SISEPE

STF: Defensoria quer intervenção no TO

07/11/2013 07/11/2013 13:44 458 visualizações

Defensor pede que o governo do Estado cumpra a ADI que determina a substituição dos servidores comissionados por concursados; arthur pádua é o autor da manifestação

 

Juliana Matos/Palmas

 

A Defensoria Pública do Estado protocolou ontem no Supremo Tribunal Federal (STF) manifestação interlocutória incidental solicitando intervenção federal para garantir o cumprimento de Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 4.125 de 2010, que declarou inconstitucional a manutenção de cargos comissionados no Estado. À época, o governo mantinha mais de 35 mil comissionados. O STF deu 12 meses ao governo para se adequar. Segundo a defensoria, atualmente são 12.771 contratos temporários.

 

O defensor Arthur Pádua, autor da manifestação, disse que o pedido deve ser apreciado assim que o Ministério Público Federal (MPF) se manifestar. "Não se pode aceitar o descumprimento do que o STF determinou e assistir a renovação de mais de 1.800 contratos em uma canetada só."Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Administração (Secad) informou que não foi comunicada oficialmente sobre o assunto.

 

Publicado no Jornal do Tocantins de 07 de novembro de 2013.

 

Veja também a reportagem exibida no Bom dia Tocantins, sobre o assunto.

Sisepe-TO: denúncias contra Elizeu Oliveira são arquivadas e eleição já tem data marcada

Por unanimidade, comissão de sindicância sepultou acusações sem prova contra o presidente da entidade e relatório te...


Ao Sisepe-TO, Estado informa adoção de providências para restabelecer funcionamento do Servir a pleno

Problemas maiores estão nos atendimentos odontológicos; confira ofício explicativo do governo do Tocantins


Sisepe-TO pede providências urgentes para retorno de atendimento odontológico do Servir

Sindicato recebeu centenas de reclamações dos servidores; descontos do plano nos salários permanecem normalmente


Assembleia geral: Sisepe aprova contas de 2024 e plano de ação para 2026

Proposta de eleição em abril é recusada; presidente e diretores destacam transparência do debate