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Assistentes sociais fazem mobilização no Palácio Araguaia por carga horária

13/08/2014 13/08/2014 19:46 505 visualizações
13/08/2014 09h36min
ESTADO
Assistentes sociais fazem mobilização no Palácio Araguaia por carga horária
O objetivo era sensibilizar o poder executivo para o cumprimento das 30h semanais da categoria, garantido por lei federal.
Autor: Ascom CRESS
Categoria luta por cumprimento de carga horária
Ascom.CRESS

Os assistentes sociais do Tocantins caminharam na tarde da última terça-feira, 12, até o Palácio Araguaia, sede do governo estadual, com o objetivo de sensibilizar o poder executivo para o cumprimento das 30h semanais da categoria, garantido por lei federal.

O ato aconteceu depois de uma Assembleia Geral Axtraordinária, promovida pelo Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Tocantins (Sisepe-TO), durante a tarde no auditório da Assembleia Legislativa do Tocantins. Na ocasião, a classe elegeu uma comissão para mobilizar a categoria na luta pela jornada das 30h semanais.

“Precisamos aproveitar o momento político para fazer o governador refletir a importância de cumprir a lei das 30h, para isso precisamos nos organizar como trabalhadores para buscar o nosso direito, que está posto e garantido na lei”, disse a conselheira do Conselho Regional de Serviço Social do Tocantins (Cress-TO), Janaina Costa.

Depois da caminha foi entregue uma camiseta do movimento no gabinete do governador, Sandoval Cardoso, de acordo com o presidente de Sisepe, Cleiton Pinheiro. Ele garantiu que vai protocolar um ofício com o intuito de que o gestor atenda a comissão dos assistentes sociais.

“Queremos sensibilizar o governador para que ele regulamente o artigo 19 da Lei 1.818, uma vez que lá estabelece a carga horária máxima de 40h e mínima de 30h, já que o serviço social dispõe de legislação federal que consta as 30h”, defende o Pinheiro.

Em outra ocasião, cerca de 15 dias atrás, conforme o presidente do Sindicato, a entidade teria se reunido com Sandoval. “Tivemos o primeiro contato com o governador, que se mostrou resistente. Acredito que quando há mobilização da categoria, a sensibilização é maior e vamos conseguir convencer o governador”, comenta Pinheiro.

 “Precisamos lutar pela efetivação da nossa lei que já foi criada e sancionada. É um momento de fortalecer o conjunto de assistentes sociais”, acrescentou a assistente social, Laidylaura Pereira de Araujo.  

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