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RURALTINS: reportagem exibida em rede nacional denuncia péssimas condições de trabalho

15/05/2015 15/05/2015 15:03 659 visualizações

LogoCanalRuralPNGNo último dia 13, o Canal Rural, de São Paulo, emissora de televisão com alcance nacional, veiculou reportagem exclusiva na qual denuncia as péssimas condições de trabalho enfrentadas pelos servidores públicos do RURALTINS. A equipe de reportagem está fazendo uma série de reportagens sobre a extensão rural no Brasil e veio ao Tocantins para conhecer a realidade local. O presidente do SISEPE-TO, Cleiton Pinheiro, deu entrevista e auxiliou a equipe do Canal Rural na coleta de informações para a reportagem.    

 

A matéria pontua que no Tocantins, extensão rural se concentra em Palmas. Foram abordados os problemas enfrentados pelos escritórios do RURALTINS localizados no interior do Estado, com denúncias sobre a falta de estrutura. O escritório do RURALTINS em Miracema aparece como o pior, diante dos que foram visitados pela equipe de reportagem. “No escritório onde trabalham cinco pessoas, praticamente não há forro no teto. Os enormes buracos do edifício construído na década de 1970, foram causados por cupins e pela chuva. A fiação elétrica, muito antiga, não funciona”, detalha a reportagem.   

 

Em entrevista, o presidente do RURALTINS, Pedro Dias Corrêa, confirmou os problemas apontados pela reportagem. Segundo ele, a própria sede do RURALTINS em Palmas tem problemas de infraestrutura. “Aqui não pode ser vistoriado pelo Corpo de Bombeiros senão vai fechar, há risco de curto circuito, queimar arquivos e equipamentos importantes que temos. E ao lado tem esse prédio aqui parado (referindo-se à obra da nova sede do RURALTINS que começou em 2008 e nunca terminou). A nossa expectativa é que nesse governo seja concluída”, disse Pedro Corrêa.

 

DIÁRIAS ATRASADAS

Na reportagem, o presidente do SISEPE-TO, Cleiton Pinheiro, apontou mais um problema enfrentado pelos servidores do RURALTINS: há servidores que estão há mais de um ano sem receber o pagamento de diárias das viagens realizadas à trabalho. “Uma vez que o órgão não paga este servidor para poder se deslocar, ele arca do próprio bolso, vai pela vontade de prestar um bom serviço, de atender o cidadão. O Estado não tem a preocupação de reconhecer este trabalho que, na verdade, é um custo que este servidor tem a mais e que deve ser indenizado”, argumentou Cleiton Pinheiro.

 

Aos repórteres do Canal Rural, o presidente do RURALTINS disse que assumiu o órgão com uma dívida de R$ 9 milhões, boa parte referente às diárias atrasadas dos servidores.


Quer ver a reportagem completa? Clique AQUI. (Assessoria de Comunicação SISEPE-TO, Ana Mariana Araújo)

 

 

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